domingo, 2 de junho de 2013

DESPERTADOS PARA A INTIMIDADE COM O SENHOR


(1 Sm 3. 1-10)
INTRODUÇÃO

1° Este texto é para mim um dos textos mais tenebrosos do antigo testamento. Pois ele demonstra a triste situação espiritual do sacerdócio levítico e como estava o relacionamento de Deus para com o povo.

2° Temos a descrição de como um jovem chamado Samuel, milagrosamente, havia nascido, de modo que sua mãe havia o prometido para o serviço do Senhor, caso ela viesse ter sua madre aberta (1Sm 1. 9-19)

3° Com mais ou menos 5 anos de idade o menino Samuel é levado ao templo para ali servir ao Senhor com sua vida (1Sm 1. 22, 24).

I – GERAÇÃO QUE NÃO CONHECE A DEUS ( Jz 2. 10; 1 Sm 2. 12)

1° Samuel havia sido entregue ao sacerdote Eli para que ele viesse a ser criado para o serviço de Deus.

2° Samuel estava sendo criado em redor de homens impios, que mesmo sendo sacerdotes, não honravam o seu ministério.

3° Os filhos de Eli em suas ações mostravam que não conheciam ao Senhor, ou seja que nem tinham experiencia, nem muito menos se importavam com Ele.

4° Existem muitos que dizem conhecer ao Senhor mas negam com suas obras, este é o retrato de nossa geração (Tt 1. 16).

5° Samuel mesmo inserido em meio a esta geração ignorante em relação ao Senhor, vemos Deus conservando-o fiel para que o voto de sua mãe Ana viesse a ser honrado.

II – GERAÇÃO QUE DESPREZA O SAGRADO (1 Sm 2. 13-17).

1° Em relação aos sacrifícios, a Lei permitia que os sacerdotes ficassem com o peito e a cocha mas a gordura deveria ser queimada como oferta movida perante o Senhor (Lv 7. 28-38).

2° Porém os filhos de Eli exigiam a carne antes que fosse oferecido como sacrifício.

3° Somos sacerdócio de Deus (1Pe 2. 9) “O sacrifico de louvor de nossos lábios” (Hb 13. 15) temos roubado de Deus e dirigido a quem não é digno, assim como os sacerdotes faziam, não nos contentamos com a cocha e o peito, representado pela palavra e também queremos que o louvor dos lábios seja dedicado a nós.

4° Samuel mesmo sendo criado neste meio a bíblia nos mostra que ele “ministrava perante o Senhor sendo ainda jovem”. Ainda existe os que se dedicam na adoração a Deus!

III – GERAÇÃO PREOCUPADA COM OS DESEJOS DA CARNE (1Sm 2. 22).

1° Os filhos de Eli davam vasão a sua carne de tal modo que se prostituíam com as mulheres que se ajuntavam para as atividades subalternas da tenda da congregação.

2° Temos pecado contra o Senhor quando a nossa carne prevalece contra o Espirito. Todos os desejos da carne militam em prol do pecado, portanto devemos dar lugar a santificação do Espirito.

3° O escritor após mostrar os delitos dos filhos de Eli, sempre mostra a contrapartida através de Samuel (1Sm 2. 26).

IV – GERAÇÃO DORMENTE, ALVO DO SENHOR (1 Sm 3. 1-10)

1° Em resposta ao estado espiritual do sacerdocio, Deus não mais se manifestava ao Seu povo, de modo que não existiam mais visões ou profecias. A palavra do senhor não era exposta (1Sm 3. 1).

2° Os filhos de Eli estavam tão ocupados em favorecer seus desejos (Ponto III), que por consequência o fogo na lâmpada de Deus, que deveria ser colocada em ordem as 9 da manha e as 3 da tarde para que não viesse se apagar (Ex 27. 20, 21), estava se extinguindo.

3° As chamas do candelabro representam o Espirito Santo (Zc 4. 1-7; 1Ts 5. 19; Ap 3. 1). Zacarias fala da visão de um castiçal, um vaso de azeite e sete lampadas, após isso o Senhor fala que a ação seria do Espirito!

Paulo fala do Espirito como um fogo que pode ser apagado.

João fala dos sete Espiritos de Deus mostrando que o Espirito que operava e falava com cada uma das sete Igrejas provinha do Pai.

4° Em meio a esta situação Samuel estava dormindo! Então o Senhor o despertou. Mesmo ele, a principio, não entendendo que se travava de uma revelação divina, mais tarde ele pode perceber que era o Senhor quem estava o despertando (Ef 5. 14).

CONCLUSÃO

Nossa geração se enquadra na descrita acima, porém o Senhor nos desperta para a intimidade com ele, não apenas para o serviço.

domingo, 10 de março de 2013

HÁ UM MILAGRE EM SUA CASA


Por Emmanuel Martins
 
INTRODUÇÃO

1° Falaremos sobre o milagre que mais tornou o ministério de Eliseu notório nos nossos púlpitos, o milagre da multiplicação do azeite de uma viúva.

2° Vamos aprender como Deus age em meio a escassez e como ele trabalha na utilização de nossos recursos, mesmo este sendo poucos.

3° Submissão e fé, são as palavras-chave para a aplicação prática desta lição, pois foram estas atitudes que fizeram como que o milagre acontecesse de fato.

I – EXPOSIÇÃO DE UM PROBLEMA (ver. 1).

1° Eliseu deu prosseguimento ao ministério de escolas proféticas, um de seus alunos havia morrido e a sua esposa estava em uma situação difícil. Parece que as primeiras escolas de foram organizadas por Samuel (ISm 10. 5; 19. 20) e estabelecidas por Elias e Eliseu no Reino do Norte (IIRs 2. 3, 5; 4. 38; 6. 1).
 
2° Ele havia morrido de modo inesperado e deixado uma herança de dívidas.

3° O credor havia ameaçado de levar os dois filhos dela para serem escravos, na intenção deles pagarem o valor da dívida com um certo tempo de servidão, conforme Lv 25. 39, 40.

II – A MORTE DE UM HOMEM DE DEUS E SUAS CONSEQUENCIAS (ver. 1)

1° Podemos aprender algumas coisas com este homem cuja biografia é suprimida pelas consequências de sua morte.

2° Algumas especulações há sobre a identidade deste servo de Eliseu, alguns pensam ser este homem Obadias, o mordomo que escondeu alguns servos fieis e os sustentou com pão e água (1Rs 18. 3, 4).

3° Este homem temia ao Senhor, ou seja, servia fielmente a Deus e buscava a sua face.

4° Este homem vivia sua vida de modo natural vivendo a cada dia o seu mau (2Rs 4. 1), ou seja sem se preocupar com o que haveria de suceder no amanhã (Mt 6. 25 e 34).

III- PROCURANDO A PESSOA CERTA (vers. 1-3)

1° A mulher foi a procura de uma solução no lugar certo com a pessoa certa, ela procurou a liderança eclesiástica da época.

2° Como homem de Deus Eliseu procurou ajudar aquela viúva. A igreja de Jesus deve sempre ajudar e amparar aos necessitados (At 2. 42-47; 6.1-3).

3° Eliseu ao perguntar o que a mulher tinha em casa ela a principio procurou responder avaliando o que tinha de acordo com o valor da dívida, porém ao ver que nada tinha ela declara de fato o que havia lhe restado, uma botija de azeite.

4° O homem de Deus manda ela pedir vasos emprestados. Isso nos mostra que devemos reconhecer nossa dependência não só de Deus mas também do nosso próximo.

5° Ele manda providenciar o meio onde o milagre se realizaria, não o elemento. O elemento do milagre seria aquele mesmo que ela tinha.

6° “Vai” e “pede” (vers. 3), duas palavras que mostram a necessidade de desprendimento de nosso orgulho humano, em relação as nossas necessidades e carências. O homem de Deus instiga nesta mulher um sentimento de humildade.

7° Ao precisarmos de ajuda, devemos procurar a pessoa certa e nos desprendermos daquele sentimento arrogante de que “dependo só de Deus”.

VI – A DINÂMICA DO MILAGRE (vers 4-6).

1° Ao adquirir o meio onde o milagre se realizaria, o homem de Deus manda que ela, “feche a porta sobre si e sobre teus filhos”. Aprendemos que a prioridade deste milagre era promover a gloria de Deus nesta família e atender as suas necessidades.

2° Eliseu manda a mulher “deitar o azeite”, indica ação. O azeite só se multiplicaria se ela deitasse a botija sobre os outros vasos. Ele não fluiria livremente como uma fonte ou muito menos jorraria da botija.

3° Podemos perceber que a mulher foi para casa e os seus filhos foram em busca do meio para ocorrer o milagre. O que é para quem iria tornar-se escravo apenas procurar vasos?

4° Através deste milagre Deus providenciou o meio para que a mulher não tivesse seus filhos em escravidão. Deus Agiu de misericórdia e demonstrou a sua bondade.

CONCLUSÃO

Os milagres que o Senhor executa na vida daqueles que o serve, são para promover a Sua gloria e atender-nos, como humanos frágeis e inábeis, em nossas necessidades.

Podemos aprender com esta lição que Deus não só nos ordena atender aos necessitados, mas que ele mesmo também providencia os meios para que tenhamos o escape.

segunda-feira, 4 de março de 2013

A MULHER QUE PREGAVA COM UMA AGULHA

Por Emmanuel Martins

(At 9. 36-43)
 
INTRODUÇÃO

 
1° Em Atos vemos a expansão da Igreja e do evangelho de Jesus aos judeus e gentios daquela época (At 1. 8).

 
2° Conferimos a Igreja revestida de poder anunciando a Jesus como Senhor, mesmo em face de perseguições (At 4. 31; At 8. 1-3).

 
3° Depois de quase oito anos após o Pentecostes temos o Apóstolo Pedro visitando vários crentes das partes da Judéia (At 9. 32).

 
4° Logo depois de curar um paralítico sob a autoridade do Nome de Jesus, Pedro é solicitado a se fazer presente a um cenário de tristeza e de dor, aonde uma serva fiel do Senhor havia morrido. Serva esta que vamos estudar um pouco sobre ela nesta breve exposição.

 
I – CONHECIDA POR SUAS BOAS OBRAS (At 9. 36).

 
1° Lucas faz menção primeiramente ao fato de Tabita ser uma discipula. Podemos entender através do ver. 38 que em Jope havia uma comunidade de Cristãos, uma Igreja.

 
Tabita, seguia os ensinamentos e preceitos passados por Jesus.

 
2° O nome desta discípula no aramaico se diz Tabita, mas lucas como escrevia para um grego chamado Teophilo, a traduziu como Dorcas, onde ambos os nomes significam “gazela, corça”, genero de atílopes ligeiros e graciosos.
E pelo que podemos ver na narrativa, o caráter de Dorcas era bem parecido com o nome que lhe davam.

 
3° O ver. 36 na Versão Almeida Revista e Atualizada nos faz menção algo que precisa ser destacado. O texto diz que “ela [Dorcas] era notável pelas boas obras que fazia.” Podemos aprender que Dorcas era conhecida por suas boas obras.

 
4° As boas obras não salvam (Ef 2. 8) mas devem ser parte da vida de uma alma salva, pois refletimos o caráter de Jesus (Ef 2. 10).

 
5° Pergunta para reflexão: Qual aspecto de nossa vida nos faz conhecidos pelos que estão ao nosso redor?

 
6° Dorcas era uma mulher caridosa que supostamente servia às viúvas com “túnicas e vestes que fazia quando estava com elas.” Ela utilizava suas habilidades para o serviço do reino. Toda mulher cristã deve servir aos Senhor e aos irmãos com suas habilidades.

 
7° Devemos aprender com Dorcas que devemos servir sem esperar nada em troca.

 
8° Dorcas pregava com a agulha. A pregação sem as boas obras é fraca e sem eficácia.

 
II- CENÁRIO DE DOR, PALCO DE MILAGRE (At 9. 36-41).

 
1° Todo cristão por mais caridoso e bom que seja pode ser surpreendido pela dor de uma perda, pode ser assaltado pela angustia.

 
2° Em meio a vida de trabalho que alegrava grande numero de pessoas a morte lhe sobreveio. Dorcas de modo inesperado foi assaltada por uma enfermidade que lhe causou a morte.

 
3° Os irmãos cheios de fé, crendo que Deus a poderia fazer reviver mandam chamar a Pedro. Desta vez vemos a fé para o milagre, não da pessoa que precisava dele, mas dos que estavam ao seu redor. Precisamos crer para o bem de outros, não só para o nosso próprio bem. Como em Marcos 2. 5.

 
4° Pedro é solicitado por ser o líder da igreja em Jerusalém e por ser usado com grande poder pelo Espirito do Senhor. Pedro certamente dotado de dom de maravilhas obedece ao que Jesus lhes falou em Mateus 10. 8 “ressuscitai os mortos”.

 
5° Como de costume em atos fúnebres, Dorcas é lavada e depositada em um quarto certamente em um primeiro andar na casa onde os santos se reuniam.

 
6° No quarto onde Dorcas jazia Deus fez o milagre.

 
III- UMA CURA PELO MÉTODO DE JESUS

 
1° Pedro ao chegar no lugar onde Dorcas estava, presencia todas as viúvas chorando por falta dela. No momento de nosso nascimento houve o nosso choro diante do sorriso de muitos, mas na nossa partida haverá nosso sorriso diate do choro dos que sentirão falta de nós.

 
2° Pedro faz com Dorcas do mesmo modo como ele viu Jesus fazer com a filha de Jairo. Esta seria a primeira ressurreição na igreja primitiva, e Pedro inexperiente neste aspecto segue a forma como viu Jesus ressuscitar (Mc 5. 41)

 
3° Jesus havia pedido para ficar só com a filha de Jairo, assim Pedro fez com Dorcas (Mc 5. 51).

 
4° Pedro consulta ao Senhor em oração como Jesus havia feito na ocasião com Lázaro, para buscar uma direção (Jo 11. 41, 42).

 
5° Pedro pronuncia uma frase semelhante a que Jesus pronunciou com a filha de Jairo, frase esta que apenas uma letra a diferencia, talita cumi, tabita cumi, que quer dizer Tabita levanta-te.

 
6° Jesus deve ser o modelo nosso na busca por algo sobrenatural da parte de Deus.

 
CONCLUSÃO

 
Neste momento temos toda uma comunidade alegre pela ressurreição de uma discípula. Esta tinha uma marca em sua vida, uma agulha e vestes feitas para a obra do Senhor. Cada um tem uma marca. Moisés, uma vara. Sansão uma queixada de jumento, Paulo um lenço, Pedro sua sombra. Mas esta mulher tinha uma agulha.

Por mais insignificante que pareça os recursos que temos para servirmos ao Senhor, será de grande serventia.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

POR QUE SOMOS PENTECOSTAIS?

Por Pr. Sérgio Mascarenhas
 
O pentecostalismo, nome que levamos em nossa identificação cristã além da evangélica, se dá primeiramente por ser uma promessa de Deus profetizada por Joel (2.28,29), confirmada por João Batista (Mt 3.11) e ratificada por Jesus (Lc 24.49; At 1.4) até o dia da manifestação em si:
At 2.1. Cumprindo-se o dia de Pentecoste, estavam todos reunidos no mesmo lugar
2.2. de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados.
3. E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles.
4. E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.
A nomenclatura, pentecostal, se dá pelo fato de o Espírito Santo descer na inauguração da igreja, no dia de Pentecoste (festa judaica que comemorava os cinquenta dias de colheita). Portanto, ser pentecostal é identificar-se com a experiência que veio aos seguidores de Cristo naquele dia, no ajuntamento em Jerusalém quando, as cento e vinte pessoas reunidas, aguardavam tal visitação da parte de Deus.
Essa experiência sobrenatural é evidenciada, geralmente, com a manifestação ininteligível de uma linguagem chamada pelo apóstolo Paulo de “línguas estranhas” ou “fala de mistérios” (I Co 14.2). A teologia denomina tal efeito de glossolália, termo que deriva do grego glossa (língua) e lalia (falar) visando a edificação como finalidade (I Co 14.4). Ou, ainda, dentro da regra, quando ocorre a manifestação inteligível, como no caso do dia de Pentecoste, em que os batizados falam línguas idiomáticas dos povos que visitavam Jerusalém por ocasião da Páscoa (At 2.5-11). Frederich D. Bruner resume dizendo que é “expressão vocal inspirada pelo Espírito1”.
Importante salientar que essa experiência vai além da imersão no corpo de Cristo (I Co 12.13), momento em que há conversão-regeneração (aspecto soteriológico); e também além da imersão no batismo nas águas (Mt 28.19) que é o testemunho público da fé internalizada (aspecto dogmático). Por isso, todo cristão é batizado (pelo Espírito Santo) em Cristo, mas nem todo cristão é batizado (por Cristo) no Espírito (aspecto pneumatológico), conforme as passagens em Atos (8.15-17 / 10.44-46 / 19.4-6).
O que muitos estranham nessa doutrina é que o apóstolo e teólogo Paulo não se aprofunda em seus comentários ao falar do selo do Espírito na conversão (Ef 1.13) e do enchimento no cotidiano (Ef 5.18), deixando de lado a experiência do batismo com o Espírito Santo em si, como faz Lucas, numa visão histórica, ao escrever Atos dos Apóstolos2.
Tal batismo torna o homem pleno e cheio da terceira pessoa da trindade, o que significa que o controle total é d’Ele, em função da pessoalidade-intimidade que Ele causa. Por isso, são estas as premissas que antecedem tal imersão: encarnação dos frutos do Espírito; arrependimento na busca de santidade; obediência à palavra de Deus; desejo diligente de revestimento para o serviço. Em suma, é poder para testemunhar com ousadia o que Deus é e faz (At 1.8), de forma proclamadora (Mc 16.15) e também quanto discipuladora (Mt 28.19,20).
Surge, então, o caráter profético da comunidade de Cristo (igreja), tanto para a efetivação da tarefa evangelística e missionária (I Co 14.22), quanto para a edificação e revelação sobre aspectos pessoais do indivíduo em si (I Co 14.24,25). Por isso, a igreja que dá vazão para tal manifestação, incentivando tais experiências, é alvo das facetas do Espírito Santo com suas atuações sobrenaturais (fogo, vento, óleo, pomba).
Batismo com Espírito Santo não deve se resumir ao exibicionismo personalista de líderes para propagandas de shows pentecostais. Deve, sim, ser o pedido de cada coração desejoso de transformação pessoal, entre outras coisas, e causando uma espiritualidade legítima por meio do fervor da busca diligente, que colocará à disposição de Deus todo crente para qualquer serviço3.
Esse é o propósito do batismo com o Espírito Santo, logo, o pentecostalismo.

 


1. BRUNER, Frederick D.; Teologia do Espírito Santo. São Paulo, Ed. Vida Nova, 1989.
2. MENZIES, William W.;MENZIES, Robert P. No Poder do Espírito: fundamentos da experiência pentecostal, um chamado ao diálogo. São Paulo: Ed. Vida, 2002.
3. FÁBIO, C.; Avivamento Total, www.semeadoresdapalavra.queroumforum.com